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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Japão amplia suporte para empresas de chips expandirem produção em Mie e Iwate

Os fundos oferecem base para Kioxia e a Western Digital, as quais foram afetadas por uma queda no mercado para chips flash NAND e cujas negociações de fusão foram paralisadas no ano passado

Japão amplia suporte para empresas de chips expandirem produção em Mie e Iwate

O Ministério da Indústria do Japão disse nesta terça-feira (6) que estenderia subsídios no valor de ¥242,9 bilhões (US$1,64 bilhão) para a Kioxia e a Western Digital expandirem produção de chips de memória nas províncias de Mie e Iwate.

Os fundos oferecem base para ambas as companhias, as quais foram afetadas por uma queda no mercado para chips flash NAND e cujas negociações de fusão foram paralisadas no fim do ano passado após oposição da investidora da Kioxia, a SK Hynix.

O poderoso Ministério da Indústria do Japão visa recuperar a posição perdida do país como grande centro de chips ao estender subsídios a fabricantes de semicondutores domésticas e estrangeiras e garantir fornecimento em meio a tensões comerciais entre a China e o EUA.

“O mercado de memória deve crescer de forma significativa no futuro, incluindo para inteligência artificial generativa”, disse o ministro da Indústria do Japão, Ken Saito, aos repórteres.

“O investimento conjunto pela Kioxia e Western Digital une o Japão e os EUA para cumprir nossa responsabilidade em oferecer a memória que o mundo precisa”, disse ele.
Fonte: Portal Mie com Channel News Asia

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Quatro empresas são punidas por casos de estrangeiros trabalhando na usina de Fukushima

Companhia em Iwate não poderá contratar estagiários por até 5 anos
 usina de Fukushima

O Ministério da Justiça do Japão informou que irá punir quatro empresas após descoberta do envio de 11 estrangeiros para atuar na descontaminação da Usina Nuclear de Fukushima.

As empresas foram descobertas após uma pesquisa com 1000 construtoras e outras companhias nas regiões de Tohoku e Kanto. A verificação do governo mostrou que quatro empresas, nas regiões de Iwate, Fukushima e Chiba, enviaram estrangeiros do programa de estágio do governo para a usina.

Segundo reportagem da emissora NHK, em março deste ano, um homem de nacionalidade vietnamita, incluido no programa de estágios, processou a empresa por ter sido enviado para trabalhar na descontaminação da usina. O caso fez o Ministério notificar as empresas de que é proibido colocar estagiários na usina.

A empresa de Iwate recebeu a punição mais severa e ficou proibida de contratar estagiários nos próximos cinco anos. Além de enviar o estrangeiro para a usina, a companhia também foi acusada de deixar de pagar 1,5 milhão para três estagiários.

As outras três empresas foram acusadas de orientar os estrangeiros na realização de diversas atividades arriscadas na usina. Os estagiários teriam trabalhado escavando e enchendo sacos com terra contaminada. Essas empresas ficaram proibidas de contratar estagiários por três anos.
Fonte: Alternativa