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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Nissan vai suspender produção de duas fábricas no Japão por dois dias devido a terremoto

As unidades de Oppama e Shonan interromperão a produção em 22 e 23 de fevereiro

fábricas de Oppama e Shonan
A Nissan Motor disse nesta quinta-feira (18) que suspenderá a produção em duas de suas montadoras no Japão por dois dias na próxima semana devido a um atraso no fornecimento de peças após um terremoto que atingiu o nordeste do Japão no último sábado.

As fábricas de Oppama e Shonan da montadora, ambas localizadas na província de Kanagawa, interromperão a produção em 22 e 23 de fevereiro, disse uma porta-voz da Nissan.

A montadora não revelou quais autopeças estavam envolvidas.

A empresa Hitachi Astemo disse na quarta-feira que sua fábrica em Fukushima interrompeu a produção desde segunda-feira devido a um apagão de energia após o terremoto.

A Hitachi Astemo, uma joint venture entre a Hitachi e a Honda Motor, produz peças para sistemas de suspensão de automóveis em Fukushima que são usadas por fabricantes de automóveis, incluindo Nissan e Toyota Motor.

A empresa disse que precisa de tempo para inspecionar a fábrica em busca de quaisquer problemas relacionados à energia, como vazamento elétrico. Ela não informou quando as operações seriam retomadas.

A Toyota disse na terça-feira que suspendeu temporariamente a produção em 14 linhas em nove fábricas do grupo no Japão, já que alguns de seus fornecedores foram afetados pelo terremoto.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Japão vai aceitar domésticas estrangeiras com remuneração de ¥2.500 por hora

A princípio, o visto será liberado em abril de 2016 somente para Kanagawa

domésticas estrangeiras no JapãoO governo japonês vai liberar visto de permanência no país para estrangeiros (homens e mulheres) que queiram trabalhar em serviços domésticos, informou o jornal Asahi nesta quinta-feira.

A princípio, o visto de trabalho será liberado a partir de abril de 2016 somente para Kanagawa, mas o governo planeja ampliar brevemente para Osaka e outras províncias.

O trabalho inclui serviços como cozinhar, lavar roupa, limpar a casa, fazer compras e cuidar de crianças, entre outras atividades. A remuneração média no Japão para domésticas é de ¥2.500 por hora, segundo o jornal.

Antes de entrar no Japão, os estrangeiros precisam fazer um treinamento no país onde moram. Para ganhar o visto, é necessário ter experiência de mais de um ano e contrato de trabalho com alguma empresa japonesa na área de limpeza doméstica.

Treinamentos já estão sendo realizados em países como Filipinas e Vietnã em parceria com empresas japonesas que oferecem contrato de trabalho.

Algumas grandes empresas do setor, como a Duskin, estão planejando contratar estrangeiros assim que a medida entrar em vigor. Em três anos, o Japão deve receber mil trabalhadores, de acordo com o plano inicial do governo para suprir a falta de mão-de-obra.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Aichi, Kanagawa e Shizuoka concentram o maior parque industrial do país

Enquanto as fábricas em Aichi produzem 31 trilhões de ienes anuais em bens, Kanagawa e Shizuoka produzem 19 trilhões e 18 trilhões respectivamente
As três maiores províncias em concentração de indústrias no país possuem grande número de brasileiros residentes – Aichi, Kanagawa e Shizuoka –, todas com destaque para a indústria automobilística e de maquinaria. A indústria eletromecânica também aparece com destaque em Shizuoka.
Já em Osaka - quarta no ranking - e Hyogo - quinto lugar -, a liderança é da indústria de maquinaria.
Saitama - sexta no ranking - é dominada pela indústria automobilística, enquanto em Chiba - sétima colocada - a maior parte das indústrias é do setor químico.
Ibaraki possui o oitavo maior parque industrial que é dominado pela indústria de maquinaria, química e alimentícia, seguida de Mie e Tokyo.
A décima primeira concentração de indústrias é a província de Hiroshima. No fim da lista dos maiores parques industriais estão as províncias de Okinawa (47°), Kochi (46°) e Tottori (45°).
Enquanto as fábricas em Aichi produzem 31 trilhões de ienes anuais em produtos, Kanagawa e Shizuoka produzem 19 trilhões e 18 trilhões respectivamente. A mão-de-obra brasileira é responsável por boa parte deste total.
Fonte: IPC Digital