quarta-feira, 17 de julho de 2019
Aumento de trabalhadores estrangeiros na construção civil
O segmento da construção civil foi o que teve o maior índice de aumento de trabalhadores estrangeiros, dentre outros, informou o jornal da categoria na terça-feira (16).
O índice foi de 21% em 20.264 empresas empregadoras, que também cresceu com 9% a mais em relação ao ano anterior. Em comparação a outros segmentos como indústria de manufaturados, comunicação, atacado e varejo, hospedagem, restaurante e escola, o índice de aumento não passa dos 10%, portanto, obteve mais que o dobro.
Observa-se que os trabalhadores do Vietnã, Nepal e Indonésia são os que mais contribuíram para esse aumento.
O número de trabalhadores passou para 68.604, com aumento de 24%, bem maior do que os de outros setores.
Exceto em Wakayama onde houve redução, em todas as demais províncias houve crescimento. Em Hokkaido, Akita, Yamagata, Quioto, Wakayama, Fukuoka, Kumamoto e Kagoshima os aumentos foram significativos, chegando a 77%.
O número de trabalhadores estrangeiros em todo país e em todos os segmentos industriais subiu para 1.460.463, o maior de todos os tempos, com dados fechados em outubro do ano passado.
Os povos com maior crescimento são os vietnamitas, seguidos pelos nepaleses e filipinos.
Em relação aos trabalhadores brasileiros e peruanos os aumentos foram de 8 e 10%, respectivamente.
Fonte: Portal Mie com Kensetsu News
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Falta de trabalhadores obriga Tóquio a revisar projeto olímpico
A pior escassez de trabalhadores dos último 20 anos está obrigado Tóquio a revisar os custos e priorizar os projetos mais importantes para a realização dos Jogos Olímpicos de 2020.
Agravada pelo envelhecimento populacional e pela política de imigração fechada, a falta de trabalhadores na construção civil está elevando os custos de construção das instalações olímpicas, como o Estádio Nacional de Tóquio, que perdeu os icônicos arcos da cobertura para economizar alguns bilhões de ienes no orçamento duramente criticado pelo governo local.
As principais construtoras do Japão estão promovendo um verdadeiro “quem dá mais” para a construção de novos projetos de grande porte. Algumas delas estão se negando a aceitar mais compromissos por causa da falta de profissionais qualificados.
O custo da mão de obra na construção civil aumentou cerca de 25% nos últimos três anos, mesmo com a chegada de milhares de trainees estrangeiros do polêmico programa de estágio do governo central, que ganham, em média, menos do que um trabalhador regular japonês.
O governo central estima que 25 mil trabalhadores da construção civil serão necessários para construir as instalações olímpicas. Para tentar resolver o problema da escassez de trabalhadores, o primeiro-ministro propôs um relaxamento nas leis de imigração para permitir a entrada de trabalhadores estrangeiros especializados, mas enfrenta forte oposição por parte da população.
Uma pesquisa realizada em 2014 mostrou em 41% das construtoras japonesas não tinham trabalhadores suficientes para atender a demanda. Levando em consideração a demanda pela reconstrução da região de Tohoku – afetada pelo terremoto e tsunami de 2011 – e o projeto olímpico, o país enfrenta em déficit de 230 mil trabalhadores este ano, de acordo com cálculos do governo.
Fonte: IPC Digital
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Construção civil e hotelaria registram aumento de postos de trabalho
Os setores de construção civil e hotelaria no país registraram aumento de contratações entre novembro e dezembro de 2010, informou o ministério do Trabalho, Saúde e Bem-estar Social. Esses são os últimos dados computados pelo governo japonês.
Na construção civil, o número de trabalhadores empregados subiu de 4,88 milhões para 5,07 milhões. Está foi a maior alta desde julho de 2010 quando havia 5,09 milhões de trabalhadores empregados.
No setor de hotelaria, o número de pessoas empregadas subiu de 3,88 milhões para 3,91 milhões no mesmo período. Foi a maior alta desde setembro.
Outro setor que apresentou alta foi o de vendas no varejo. Em novembro, os trabalhadores em atividade somavam 10,5 milhões. Esse número subiu para 10,6 em dezembro de 2010.
Em contrapartida, dois setores que apresentam grande número de brasileiros trabalhando marcaram queda no número de pessoas empregadas: o manufatureiro e o médico-hospitalar.
O setor manufatureiro perdeu 170 mil postos de trabalho. Dos 10,49 milhões de trabalhadores empregados em novembro, 10,32 permaneceram em seus postos em dezembro. A última alta havia sido em setembro.
No médico-hospitalar, que inclui os setores de cuidados e ligados a área de bem-estar social, a redução foi de 230 mil postos. Dos 6,65 milhões de trabalhadores, 6,42 permaneceram empregados. No entanto, desde 2009, o número de trabalhadores neste setor permanece na casa dos 6 milhões contra os 5 milhões nos anos anteriores.
O desemprego no Japão em dezembro foi de 4,9%.
Fonte: IPC Digital
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Número de trabalhadores na indústria volta a cair
Depois de marcar dois meses de alta, o número de trabalhadores na indústria voltou a cair em outubro, somando cerca de 10.060.000 de pessoas. Em setembro esse número havia alcançado a marca de 10.140.000 nos mesmos níveis de abril de 2010, informou o ministério do Interior e Comunicações.
A queda se deve ao desaquecimento dos setores automobilístico e eletroeletrônico devido ao fim do subsídio para carros ecológicos e a alta do iene.
Outro setor que apresentou queda foi o hoteleiro com redução de 3,31 milhões de trabalhadores em setembro para 3,22 milhões em outubro. No entanto, o ramo está empregando mais em 2010 se comparado a 2009.
Já na construção civil, onde também trabalham muitos brasileiros, o número de operários subiu de 4 milhões para 4,02 milhões no mesmo período. O setor teve uma forte queda no número de trabalhadores no início do ano, mas vem se recuperando paulatinamente.
Outro ramo que vem apresentando alta desde julho deste ano é o médico-hospitalar. Em outubro foram 6,40 milhões de trabalhadores no setor contra 6,34 em setembro.
Ainda não há uma estimativa para o índice de desemprego de novembro, que deve ser divulgado no final de dezembro, mas o governo prevê alta na produção nos dois últimos meses do ano.
Fonte: IPC Digital
