quinta-feira, 30 de julho de 2020
Com fechamento da Pajero como ficam os trabalhadores ‘haken’
Após o anúncio da montadora japonesa Mitsubishi, de 27 deste mês, de fechar a subsidiária Pajero Manufacturing, situada em Sakahogi (Gifu), as autoridades locais começaram a se mobilizar por causa dos efeitos.
Embora o anúncio tenha sido de que até setembro do ano que vem será encerrada, é possível que as atividades encerrem em junho.
Na quarta-feira (29) autoridades locais e empresários da Câmara de Comércio se reuniram para discutir os efeitos, especialmente dos funcionários.
A montadora informou que o regulares serão realocados mas tem a questão dos trabalhadores haken. Cerca de 30 pessoas reunidas têm como preocupação o fato da possibilidade de não se garantir a vaga dos empregados através das agências ou empreiteira.
Por isso o Escritório Kamo da Província de Gifu já está aceitando consultas sobre o emprego e também sobre linha de crédito (financiamento) para quem precisa.
Fica no terceiro andar do edifício do Governo Geral de Kamo, na cidade de Minokamo (clique aqui para abrir o mapa).
Fonte: Portal Mie com Nagoya TV, Gov. Gifu e CBC TV
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Evento para yonseis e interessados em trabalhar no Japão
Uma oportunidade irá acontecer na cidade de São Paulo, especialmente para interessados em trabalhar no Japão, principalmente para yonseis que vivem no Brasil.
Principais temas:
- Contratação de yonseis com o novo visto de atividades específicas para trabalhar no Japão.
- Explicações das obrigações da empreiteira para com os yonseis.
- Orientação sobre como proceder para tirar o visto no Brasil.
- Orientação para como tirar a elegibilidade no Japão.
- Explicações sobre quem é o tutor, quem pode se habilitar.
- No mesmo evento, serão colhidas assinaturas para serem enviadas para autoridades solicitando a flexibilização das regras para yonsei.
Data: 20 de novembro de 2018, das 10h às 17h
Local: Associação Nipo-brasileira dos Clubes de Anciões do Brasil
Endereço: R. Dr. Siqueira Campos, 134 – Liberdade, São Paulo/SP (ao lado da estação São Joaquim)
Mapa: Clique aqui
Facebook/Messenger: facebook.com/messages/t/agenciashigoto
Observação: o local é da Associação, que segue as regras japonesas, colabore com a limpeza e a preservação.
Para descendentes de japoneses em geral, que estejam interessados em trabalhar no Japão, a Konishi Sangyo, com sede na província de Shiga, estará no dia oferecendo consultas e entrevistas para interessados em trabalhar no Japão nas regiões de Shiga, Mie, Shizuoka e Nagano.
Fonte: Portal Mie
sexta-feira, 30 de março de 2018
Oferta de emprego no Japão diminui pela primeira vez desde 2012, mas nível continua alto
A disponibilidade de empregos no Japão diminuiu pela primeira vez em cinco anos e o desemprego teve um leve aumento em fevereiro, mostraram dados do governo nesta sexta-feira, enquanto economistas apontam uma pausa temporária no fortalecimento da demanda por mão de obra.
O índice que mede o nível de emprego ficou em 1,58, um pouco abaixo do número de janeiro (1,59), marcando a primeira queda desde setembro de 2012, de acordo com o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social. Isso significa que havia 158 vagas para cada 100 candidatos.
A taxa de desemprego do Japão subiu 0,1 ponto percentual, para 2,5% em fevereiro, o primeiro aumento em nove meses, informou o Ministério de Assuntos Internos e Comunicações. O dado reflete mais pessoas engajadas na procura de emprego em fevereiro do que no mês anterior, quando os candidatos foram afetados pelo clima frio.
"Apesar do aumento da taxa de desemprego, ela ainda está no nível mais baixo em 25 anos e as condições de emprego estão em constante recuperação", disse uma autoridade do Ministério de Assuntos Internos.
"A disponibilidade de empregos vem melhorando desde o Lehman Shock e eu não acredito que a tendência vai mudar", disse Yuichiro Nagai, economista do Barclays Securities Japan, referindo-se à crise de 2008 causada pela quebra do banco de investimento americano Lehman Brothers Holdings.
As empresas japonesas, especialmente as do setor de serviços, vêm enfrentando escassez severa de mão de obra em meio à queda da população, já que a terceira maior economia do mundo continua a ter um crescimento modesto.
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, pediu às empresas para que aumentem os salários, já que ele considera necessário afrouxar mais os cofres dos consumidores e preparar o caminho para a saída do país da deflação.
"Pequenas e médias empresas também estão em uma situação em que precisam aumentar os salários (para garantir trabalhadores)", disse Nagai, enquanto analistas acreditam que a escassez de mão de obra se torne mais severa.
Fonte: Alternativa
terça-feira, 6 de junho de 2017
Aumento do salário médio mensal no Japão: 275 mil ienes
O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar anunciou nesta terça-feira (6) os resultados da pesquisa mensal do emprego, relacionada a abril deste ano.
A pesquisa foi realizada em 33 mil locais empregadores para se chegar à média salarial de abril: 275.321 ienes. Nessa média estão incluídos o salário fixo mensal, acrescidos de bônus e horas extras. A média salarial teve um aumento de 0,5% em relação ao mesmo mês do ano passado, saindo do percentual negativo depois de 2 meses consecutivos deste ano.
No entanto, o aumento de 0,5% do índice de preços ao consumidor fez com que neutralizasse o aumento do salário médio. O aumento de preço do petróleo acabou empurrando para cima os dos produtos de consumo.
Porém, o governo declarou que há uma expectativa de aumento dos salários e observará as tendências futuras, segundo a NHK.
O nível de pessoas empregadas também aumentou. O Japão contabilizou 34,791 milhões de empregados formais, com aumento de 2,9%. Os trabalhadores part time também aumentaram e somam 14,954 milhões.
Fonte: Portal Mie com NHK e Yomiuri
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Empregos no Japão: maior disponibilidade em 26 anos
A disponibilidade de emprego no Japão no mês de março melhorou para um nível visto a última vez em mais de 26 anos , mostraram dados do governo na sexta-feira (28), com as empresas em busca de candidatos em um apertado mercado de trabalho.
A proporção de ofertas de trabalho foi de 1.45 em março, a maior desde novembro de 1990, melhorando de 1.43 em fevereiro, segundo o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar. Isso significa que 145 vagas estavam disponíveis para cada 100 candidatos em busca de emprego.
As pessoas no Japão continuam cautelosas em aumentar seus gastos em meio à incerteza sobre o crescimento futuro, com os preços de perecíveis afetando o sentimento do consumidor nos últimos meses.
A taxa de desemprego no Japão para os homens caiu 0.2 pontos, situando-se a 2.8% e para as mulheres continuou inalterada, a 2.7%, de acordo com o Ministério de Assuntos Internos e Comunicações.
O número de pessoas desempregadas sofreu uma queda de 3.2%, ou 60.000, totalizando 1.84 milhão. O Japão tem 64.96 milhões de trabalhadores, alta de 0.2%.
Fonte: Portal Mie com Nikkei
sexta-feira, 31 de março de 2017
Produção industrial do Japão sobe 2% em fevereiro; desemprego cai para 2,8%
A produção industrial japonesa subiu 2% em fevereiro em relação ao mês anterior, segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria nesta sexta-feira. O resultado é atribuído à alta na demanda por produtos japoneses no exterior.
O dado de fevereiro ficou acima da mediana das previsões dos economistas consultados pelo jornal “Nikkei”, de alta de 1,2%, e com sinal invertido em relação à queda na produção de 0,4% verificada em janeiro.
O ministério manteve inalterada sua avaliação da produção, afirmando que ela apresenta viés de alta. Já os economistas dizem que a produção japonesa está crescendo à medida que a economia mundial se recupera e as empresas japonesas reduzem os estoques.
No ano passado, os estoques atingiram seu nível mais alto desde 2009. Em fevereiro, tiveram crescimento de 0,9% sobre o mês anterior.
De acordo com uma pesquisa incluída no relatório, os fabricantes esperam queda da produção em março e aumento de 8,3% em abril.
Inflação e empregos
O governo japonês também divulgou nesta sexta-feira dados sobre inflação e empregos no país. Apesar do mercado de trabalho mais forte em mais de duas décadas, a inflação do Japão permanece próxima de zero e os consumidores continuam a gastar menos, sublinhando os contínuos desafios dos esforços do primeiro-ministro Shinzo Abe para elevar o crescimento.
Enquanto a taxa de desemprego da nação caiu para o nível mais baixo desde junho de 1994, o índice nacional de preços ao consumidor (CPI), que exclui os alimentos frescos, subiu apenas 0,2% em fevereiro ante o mesmo mês de 2016, informou o governo nesta sexta-feira.
A inflação de fevereiro veio em linha com a mediana das previsões de um grupo de economistas consultados pelo jornal “Nikkei”.
O segundo mês consecutivo de subida de preços deveria dar ao Banco do Japão a esperança de que os preços estão se firmando, após o registro de deflação em 11 dos 12 meses de 2016. No entanto, o aumento reflete principalmente uma recuperação dos preços globais do petróleo e, ainda assim, muito longe da meta do BoJ, de gerar uma inflação firme de 2%.
Banco central e governo dizem que acabar com uma espiral de queda de preços e salários é necessário para que a economia do Japão cresça a um ritmo mais rápido.
Alguns economistas dizem que um mercado de trabalho mais apertado deve ajudar a elevar a inflação, uma vez que as empresas são forçadas a pagar mais por um menor estoque de mão de obra disponível.
O desemprego caiu para 2,8% em fevereiro ante 3% em janeiro, mas os gastos das famílias também fraquejam, recuando 3,8% em fevereiro, sendo o 12º mês de queda consecutiva nesse indicador.
Os dados mais recentes também mostraram que havia 143 empregos para cada 100 candidatos em fevereiro, inalterada em relação a janeiro - o melhor índice no mercado de trabalho desde junho de 1991.
Alguns economistas argumentam que o aumento do número de mulheres e trabalhadores idosos que se juntam à força de trabalho impediu o crescimento dos salários e a inflação, porque esses trabalhadores recebem menos.
Enquanto isso, os funcionários assalariados de tempo integral receberam apenas ganhos de remuneração modestos, apesar dos lucros corporativos recordes.
Fonte: Alternativa
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Desemprego no Japão cai para 3% em julho, melhor resultado em 20 anos
Mas o nº de pessoas empregadas aumentou em 980 mil, para 64,7 milhões.
A taxa de desemprego no Japão caiu em julho um décimo de ponto percentual, para 3%, o que representa o melhor resultado do país nas duas últimas décadas, segundo o governo.
Esta é a taxa de desemprego mais baixa no Japão desde maio de 1995, afirmou um porta-voz do Ministério do Interior e Comunicações.
O dado correspondente ao sétimo mês do ano está um décimo acima da maioria das previsões feitas pelos economistas.
O número de pessoas sem emprego em julho foi de 2,03 milhões, o que representa 190 mil pessoas ou 8,6% a menos que no mesmo mês de 2015.
O número de pessoas empregadas aumentou em 980 mil (ou 0,3%) em relação a julho do ano passado, para 64,79 milhões.
Para cada 100 solicitantes de emprego, foram oferecidos no Japão em julho 137 postos de trabalho, mesmo número que em junho.
O dado volta a ressaltar a extrema rigidez vivida pelo mercado de trabalho japonês.
No entanto, o dado recorde foi afetado pela divulgação simultânea da despesa das famílias japonesas também em julho, mês no qual caiu, em termos reais, 0,5% em taxa anualizada.
Embora este retrocesso do indicador - o quinto consecutivo - seja menor do que o previsto pelos analistas, o número destaca o enfraquecimento da demanda interna, principal motor da terceira maior economia mundial, e a aparente incapacidade do governo japonês para virar esta tendência.
A maioria dos economistas consultados nesta terça-feira (30) pelo jornal econômico "Nikkei" situam as razões por trás desta situação na ausência de aumentos salariais significativos, apesar da melhora do mercado de trabalho motivada pelas perspectivas pessimistas, que proporcionam um menor crescimento econômico no país este ano.
A despesa média mensal das famílias com dois ou mais residentes foi de 278.067 ienes (US$ 2.731). A renda média por família assalariada caiu 1,8% (taxa anualizada) em julho, para 574.227 ienes (US$ 5.639).
Fonte: G1 com EFE
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Shizuoka quer fixação dos trabalhadores estrangeiros, principalmente dos brasileiros
O governo da província de Shizuoka anunciou esta semana que vai colocar seus esforços para a fixação de emprego dos trabalhadores estrangeiros, através de um mecanismo de suporte, já a partir deste ano fiscal e pelos próximos 3 anos.
Essa política está baseada em duas frentes: a primeira é a escassez da mão de obra dentro da sociedade japonesa e a segunda é a presença de mais de 40 mil trabalhadores estrangeiros na província. Com toda essa mão de obra estrangeira, especialmente a dos brasileiros, a província quer trabalhar junto às empresas e indústrias para contratações a longo prazo. Isso ajudaria a resolver a questão do avanço da economia da província.
Segundo uma pesquisa realizada há cerca de 8.500 trabalhadores brasileiros que não tem nenhuma restrição de trabalho, por causa do visto de residência a longo prazo.
Para executar essa política estão programadas visitas às indústrias e empresas locais e levantar a atual situação da contratação dessa mão de obra. Depois disso, através de consultoria especializada, pretende elaborar cursos de capacitação profissional para elevar as habilidades profissionais, além de solicitar melhorias nos ambientes de trabalho no sentido da fixação dessa mão de obra, melhorando os canais de comunicação entre elas.
Fonte: IPC Digital com Shizuoka Shimbun
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Mercado de trabalho no Japão melhora principalmente para mulheres
A taxa de desemprego no Japão caiu para 3,5% em outubro, depois de registrar 3,6% no mês anterior, com mais empresas abrindo vagas para mulheres, mostram dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério de Assuntos Internos e Comunicações.
O número de desocupados é de 2,34 milhões e o total de pessoas empregadas no Japão foi calculado em 63,55 milhões, ou aumento de 0,2% em relação a setembro.
Ainda segundo o governo, o total de mulheres desempregadas caiu 60 mil, chegando a 910 mil, enquanto que o número de homens desempregados aumentou em 20 mil, totalizando 1,43 milhão.
Fonte: IPC Digital
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Produção industrial cresce pelo quinto mês consecutivo no Japão
Indicador mede o ritmo das fábricas japonesas
A produção industrial no Japão cresceu em abril de 1,7% em relação ao mês anterior, o que representa o quinto mês consecutivo de aumento deste indicador, informou ontem o governo japones.
No entanto, o número é menor do que o previsto inicialmente pelo governo, e também significa uma queda de 2,3% em comparação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria, os principais setores que contribuíram com o aumento foram os de equipamentos de transporte, dispositivos e componentes eletrônicos e instrumentos de precisão.
Por bens manufaturados, automóveis, memória eletrônica e telas de cristal líquido (LCD) foram os que impulsionaram este avanço. O governo agora prevê que a produção industrial se mantenha estável em maio e em junho em 1,4% intermensal, principalmente porque prognostica uma desaceleração nas indústrias de equipamentos de transporte, metalurgia e nas papeleiras.
A produção industrial, que mede o ritmo das fábricas japonesas, é considerada essencial para prever o progresso da economia no país, altamente dependente do setor manufatureiro.
Fonte: IPC Digital com Efe
sábado, 2 de março de 2013
Emprego melhora no Japão pelo terceiro mês consecutivo
Consumo privado também aumenta
A taxa de desemprego no Japão em janeiro foi de 4,2%, com redução de
um décimo em comparação com o mês anterior, de acordo com o relatório
preliminar divulgado hoje pelo Governo japonês.O número de desempregados em janeiro ficou em 2,73 milhões, 180 mil menos do que no mesmo mês em 2012, ou 6,2% interanual. O número de pessoas empregadas no mês passado no arquipélago foi de 62,28 milhões, 170 mil pessoas a mais que no mesmo período do ano anterior ou 0,3% interanual.
A oferta de trabalho melhorou significativamente em janeiro pelo terceiro mês consecutivo e chegou a 85 empregos oferecidos para cada cem candidatos a emprego, em contraste com as 83 vagas de dezembro.
O governo divulgou também os gasto dos lares correspondente a janeiro, mês em que a cifra aumentou 2,4% em relação ao mesmo mês de 2012 para 288.934 ienes por lar com duas pessoas ou mais segundo dados difundidos pelo Ministério de Assuntos Internos e Comunicações.
Enquanto isso, a renda média por lar aumentou 1,1% e ficou em 433.858 ienes. O gasto de janeiro caiu em alguns setores como o de habitação (- 6,9%), vestuário e calçado (- 6,7%) e aumentou no de educação (9,4%), transporte e comunicação (8,7%). Estes dados são considerados essenciais para avaliar a evolução do consumo privado, que no Japão representa cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Fonte: IPC Digital com Efe







