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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Nissan concentra produção no Japão e prepara mudanças em suas fábricas

A Nissan vai transferir a produção do Serena e do Elgrand de Fukuoka para Tochigi como parte de uma reorganização de suas fábricas no Japão

Nissan

A Nissan Motor anunciou uma reorganização de sua produção no Japão que inclui a transferência de dois modelos de minivans, atualmente fabricados em Fukuoka, para a fábrica da companhia em Tochigi.

A montadora informou na quinta-feira (10) que pretende levar para Tochigi a produção do Serena e do Elgrand. A mudança faz parte dos esforços para aumentar a eficiência das operações domésticas em meio ao processo de reestruturação da empresa.

Atualmente, o Serena é produzido pela Nissan Motor Kyushu, enquanto o Elgrand, modelo de categoria superior, é fabricado pela Nissan Shatai Kyushu. As duas fábricas ficam na cidade de Kanda (Fukuoka).

Produção será concentrada por tipos de veículos
Segundo a Nissan, a transferência deverá ser concluída ao longo dos próximos anos. A estratégia é concentrar veículos semelhantes em determinadas fábricas, permitindo uma utilização mais eficiente das linhas de montagem.

A fábrica de Tochigi é uma das principais bases da Nissan para a produção de veículos elétricos. Entre os modelos fabricados no local está o Leaf. A unidade também produz veículos a gasolina de maior valor agregado, como o esportivo Fairlady Z.

A utilização da capacidade da fábrica de Tochigi diminuiu, em parte, devido à desaceleração do crescimento do mercado de veículos elétricos. No ano fiscal encerrado em março, cerca de 30 mil veículos foram produzidos na unidade.

Com a chegada do Serena e do Elgrand, a expectativa é de que o volume de produção em Tochigi aumente significativamente.

Nissan mira produção de 1 milhão de veículos no Japão
A Nissan também estabeleceu como objetivo produzir cerca de 1 milhão de veículos por ano no Japão no futuro, impulsionada pelo crescimento das vendas no mercado doméstico e das exportações.

Esse volume representaria um aumento de aproximadamente 40% em relação à produção registrada no ano fiscal de 2025. A montadora, no entanto, não informou um prazo específico para alcançar a meta.

A reorganização ocorre enquanto a Nissan avança em um amplo plano de recuperação de seus negócios. Entre as medidas previstas está o fechamento de sete fábricas no Japão e no exterior.

Uma delas é a fábrica de Oppama, em Yokosuka (Kanagawa), cuja produção deverá ser transferida para uma unidade da Nissan Motor Kyushu.

A empresa, com sede em Yokohama, também pretende encerrar as atividades da fábrica de Shonan, operada pela subsidiária Nissan Shatai em Hiratsuka (Kanagawa).
Fonte: Portal Mie com Japan Today

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Custos elevados e inflação impulsionam falências no Japão

O número de falências corporativas no Japão atingiu 883 em abril, um aumento de 6,6% em relação ao ano anterior, marcando o quinto mês de alta consecutiva

falências corporativas no Japão
O número de falências corporativas em todo o Japão atingiu 883 casos no mês passado, marcando o quinto aumento consecutivo em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados na quarta-feira (13) pela agência de relatórios de crédito Tokyo Shoko Research.

Este número representa o patamar mais alto para o mês de abril nos últimos 12 anos.

As falências registradas envolveram passivos totais de 10 milhões de ienes ou mais, representando um crescimento de 6,6% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O montante total das dívidas acumuladas pelas empresas atingiu 111,9 bilhões de ienes, um aumento de 8,8% em relação ao ano anterior.

Fatores de pressão econômica
A agência destacou que diversos fatores estão sobrecarregando os lucros corporativos e gerando dificuldades crescentes de fluxo de caixa para um número cada vez maior de companhias. Entre os principais desafios citados estão:

  • Aumento generalizado dos preços;
  • Elevação dos custos de mão de obra;
  • Subida das taxas de juros.

Além disso, a Tokyo Shoko Research alertou que os efeitos da escassez de nafta e a alta nos preços do petróleo bruto, causados pela situação no Oriente Médio, começam a ser sentidos de forma mais intensa.

A agência concluiu com um alerta preocupante: “Existem receios de que o impacto se espalhe para as pequenas e médias empresas“.
Fonte: Portal Mie com JN

quarta-feira, 4 de março de 2026

Pedidos de seikatsu hogo aumentam pelo 6º ano seguido e chegam a 256 mil no Japão

As famílias com idosos representam 54,9% do total de beneficiários, e mais de 90% desses lares são de pessoas com mais de 65 anos que vivem sozinhas

seikatsu hogo
O número de pedidos de assistência social no Japão voltou a crescer e atingiu o maior patamar desde que o atual método de contabilização passou a ser adotado, em 2013. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, em 2025 foram registradas 256.438 solicitações de seikatsu hogo, 457 a mais que no ano anterior — um aumento de cerca de 0,2%, informou o jornal Asahi.

Com isso, o número de pedidos sobe pelo sexto ano consecutivo, mantendo a tendência de alta iniciada após a pandemia de covid-19 em 2020.

De acordo com o levantamento, o número preliminar de pedidos apenas em dezembro de 2025 foi de 18.586 — 30 a mais que no mesmo mês do ano anterior. Somando os dados consolidados de janeiro a março com os números preliminares de abril a dezembro, o total anual ultrapassou os 256 mil pedidos, superando as 255.981 solicitações registradas em 2024.

O seikatsu hogo é uma ajuda em dinheiro oferecida pelo governo aos cidadãos sem mínimas condições de sobrevivência, como desempregados, deficientes, portadores de doenças graves, aposentados e outras pessoas que não podem trabalhar.

Perfil das famílias beneficiadas
Apesar do aumento nas solicitações, o número de lares que efetivamente recebiam o benefício em dezembro de 2025 foi de 1.646.424 — uma redução de 5.749 famílias em relação ao mesmo mês do ano anterior.

As famílias compostas por idosos representam 54,9% do total de beneficiários, sendo que mais de 90% desses lares são formados por pessoas idosas que vivem sozinhas.

Entre os demais grupos, famílias com pessoas com deficiência ou com doenças representam 25,5%, enquanto lares monoparentais (principalmente mães solo) correspondem a 3,6%.

O ministério também divulgou os dados consolidados do ano fiscal de 2024. A média mensal de pedidos foi de 21.626, um aumento de 677 solicitações (3,2%) em comparação ao exercício anterior.

A partir de outubro deste ano, o governo pretende elevar em 1.000 ienes por mês o adicional especial da ajuda básica destinada às despesas cotidianas. Já os critérios de cálculo do valor do benefício são revisados, em princípio, a cada cinco anos — e a próxima revisão está prevista para o ano fiscal de 2027.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Salários reais do Japão caem pelo 11º mês seguido

Os salários reais do Japão registraram uma queda de 2,8% em novembro, marcando o 11º mês consecutivo de declínio. Este foi o recuo mais acentuado desde janeiro passado, impulsionado pelo crescimento salarial que não acompanhou a alta dos preços.

Salários reais do Japão
Os salários reais no Japão em novembro caíram 2,8% em relação ao ano anterior, marcando o 11º mês consecutivo de declínio e a queda mais acentuada desde janeiro passado, já que o crescimento salarial continuou a ficar atrás do aumento dos preços, mostraram dados do governo nesta quinta-feira (8).

De acordo com o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, salários ajustados pela inflação caíram, já que um aumento de 3,3% nos preços ao consumidor mais do que compensou uma subida de 0,5% nos salários nominais para 310.202 ienes (US$ 1.980).

Os preços de alimentos e energia permaneceram elevados, mantendo os salários reais — um indicador chave do poder de compra do consumidor — em território negativo por quase um ano, mesmo com os salários nominais tendo crescido por 47 meses consecutivos.

O crescimento dos salários nominais desacelerou de um aumento revisado de 2,5% em outubro, arrastado por uma queda de 17% nas remunerações especiais, que um funcionário do ministério descreveu como um “componente volátil”.

O Banco Central do Japão (BOJ) observará de perto as negociações salariais desta primavera como um indicador chave para decidir o ritmo de futuros aumentos das taxas de juros, após implementar um aumento para o nível mais alto em 30 anos no mês passado.

O funcionário não forneceu uma avaliação da perspectiva para os salários reais, dizendo que os dados de dezembro refletiriam melhor os bônus de inverno.

Em 2024, os salários reais registraram aumentos ano a ano em junho, julho, novembro e dezembro, quando os bônus de verão e inverno são tipicamente pagos.
Fonte: Portal Mie com MN

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Exportações do Japão crescem pelo terceiro mês com recuperação de envios aos EUA

As exportações japonesas aumentaram pelo terceiro mês consecutivo em novembro, impulsionadas pela recuperação dos envios para os EUA. Isso fortalece a expectativa de que o Banco do Japão continue a elevar as taxas de juros.

exportações japonesas
As exportações do Japão cresceram pelo terceiro mês consecutivo em novembro, conforme dados do governo divulgados nesta quarta-feira (17), com os envios para os EUA se recuperando pela primeira vez em oito meses, fortalecendo o argumento para que o BOJ continue a aumentar as taxas de juros.

O total das exportações em valor subiu 6,1% ano a ano no mês passado, superando a previsão mediana do mercado de um aumento de 4,8% e seguindo um ganho de 3,6% em outubro.

As exportações para os Estados Unidos aumentaram 8,8% em novembro em relação ao ano anterior, enquanto para a China caíram 2,4%, mostraram os dados.

Superávit comercial e ajustes tarifários
As importações cresceram 1,3% no mês passado, ano a ano, em comparação com as previsões de mercado de um aumento de 2,5%.

Como resultado, o Japão registrou um superávit comercial de ¥322,3 bilhões (US$ 2,08 bilhões) em novembro, em comparação com a previsão de ¥71,2 bilhões.

A economia do Japão encolheu no terceiro trimestre, com as exportações em queda devido aos impactos das tarifas dos EUA, mas analistas esperam que o crescimento se recupere no trimestre atual.

O choque inicial das tarifas mais altas mostrou-se mais brando do que o temido, já que os exportadores japoneses absorveram os custos das tarifas para permanecerem competitivos, auxiliados por um iene mais fraco.

Acordos comerciais e expectativas de juros
Um certo alívio veio depois que os EUA e o Japão formalizaram um acordo comercial em setembro, que implementou uma tarifa base de 15% sobre quase todas as importações dos EUA do Japão, abaixo dos 27,5% iniciais sobre automóveis e 25% sobre a maioria dos outros bens.

Uma pesquisa muito observada do Banco Central do Japão (BOJ) mostrou na segunda-feira (15) que o sentimento empresarial dos grandes fabricantes japoneses atingiu o maior nível em quatro anos nos três meses até dezembro.

Com as preocupações sobre as tarifas diminuindo, espera-se amplamente que o BOJ aumente sua taxa de política de curto prazo de 0,5% para 0,75% ainda esta semana, embora o ritmo de futuros aumentos de juros permaneça incerto.
Fonte: Portal Mie com Yahoo! Finance

segunda-feira, 30 de junho de 2025

Toyota Auto Body irá transferir produção de minivans de luxo da fábrica de Inabe

A planta de Inabe, da Toyota Auto Body, deixará de produzir as minivans de luxo por causa de novos projetos

Toyota Auto Body
A Toyota Auto Body anunciou que transferirá a produção das minivans de luxo Alphard e Vellfire de sua planta de Inabe, na cidade homônima (Mie), para a de Tahara, cidade homônima (Aichi), da própria Toyota Motor.

A transferência de produção deverá ocorrer no final de 2027. O motivo é que a planta de Inabe será destinada à produção de veículos comerciais, como a Hiace, atualmente produzida, bem como da van comercial de próxima geração que está sendo desenvolvida principalmente pela Toyota Auto Body.

A Toyota Auto Body continuará a produzir as minivans, incluindo o Alphard e o Vellfire, bem como os modelos Noah e o Voxy, que são fabricados em sua planta de Fujimatsu, na cidade de Kariya (Aichi).

A planta de Inabe continuará a reformar suas operações de fabricação, incluindo a criação de um ambiente onde os funcionários possam trabalhar confortavelmente, em preparação para a produção dessas vans comerciais de última geração.

A Toyota Auto Body assumiu o negócio de vans e minivans da Toyota em 2018 e liderou o planejamento e o desenvolvimento dos atuais modelos Noah e Alphard. Espera-se que a próxima geração de vans comerciais adote uma nova plataforma (chassi) projetada especificamente para veículos comerciais para atender às necessidades de diversas aplicações, como capacidade de passageiros, capacidade de carga, tipo de tração e vários sistemas de transmissão.

A fábrica de Tahara da Toyota, onde a produção do Alphard começará, atualmente produz veículos Lexus, como o LS e o NX, bem como veículos com chassis como o Land Cruiser 250 e o 4Runner para mercados do exterior. Também produz a minivan Lexus LM.

A planta de Tahara também está considerando começar a fabricação de veículos elétricos (VEs) de última geração que incorporem novas tecnologias de produção.
Fonte: Portal Mie com NetDenJd

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Paralisação temporária em planta da Suzuki continua

Montadora de veículos mantém paralisação temporária em uma de suas fábricas

Suzuki
A montadora Suzuki continua com paralisação temporária de toda a planta de Sagara, na cidade de Makinohara (Shizuoka).

Inicialmente, a informação era de que a produção ficaria suspensa entre 26 e 30 de maio, pelo motivo de escassez no fornecimento de peças.

No entanto, a escassez persiste e a Suzuki teve que continuar a suspensão até 6 de junho.

Sobre a retomada da produção, a montadora afirmou que avaliará a situação e fornecerá mais informações em breve.

Essa planta produz o veículo Swift, mas a montadora não informou quantas unidades serão afetadas com essa paralisação de pelo menos 2 semanas.
Fonte: Portal Mie com Newswitch

terça-feira, 13 de maio de 2025

Falências de empresas no Japão em abril atingem o maior número em 11 anos

Pesquisa revela alta de 5,7% nas falências corporativas no Japão em abril, o maior nível em 11 anos. Falta de mão de obra e inflação são apontadas como causas principais.

Falências de empresas no Japão
De acordo com informações de uma pesquisa realizada por uma empresa de crédito divulgadas na segunda-feira (12), o número de falências corporativas no Japão aumentou 5,7% em abril em comparação ao ano anterior totalizando 828, o nível mais alto em 11 anos para o mês.

Muitos negócios enfrentaram dificuldades como falta de mão de obra e problemas financeiros devido a preços elevados.

O número de falências relacionadas à falta de pessoal foi de 36, uma alta recorde para abril desde 2013 quando dados comparativos começaram a ser disponibilizados, enquanto aqueles relacionados a preços em alta situou-se a 56.

Por indústria, o setor de serviços, incluindo restaurantes, viu o número mais alto de falências, a 292, alta de 10,6%, seguida pela área da construção com 152 e varejista com 106, de acordo com a Tokyo Shoko Research.

Um funcionário da Tokyo Shoko Research alertou sobre os desafios que as empresas de pequeno e médio portes enfrentam em garantir recursos humanos suficientes, visto que elas não conseguem acompanhar o nível de aumentos salariais vistos em grandes companhias.
Fonte: Portal Mie com Mainichi

sexta-feira, 28 de março de 2025

Aumentos salariais no Japão não são tão animadores quanto parecem, mostra pesquisa

Um instituto revelou que entre mais de 12.000 empresas, apenas 51% aceitaram conceder aumento salarial aos seus trabalhadores

aumento salarial
Embora a Confederação Sindical do Japão, conhecida como Rengo, informe que conquistou os maiores ganhos salariais para os trabalhadores em mais de três décadas por dois anos consecutivos, o cenário das tendências salariais não é tão animador assim, segundo o Shinkin Central Bank Research Institute, publicou a Bloomberg.

A central sindical diz que 66% dos sindicatos que abrange conseguiram bons resultados nas negociações com empregadores, com até 30% obtendo compromissos para aumentos na remuneração geral.

Porém, a pesquisa do Shinkin com 12.817 empresas revelou que apenas 51% se comprometeram com aumentos salariais.

A diferença está na configuração das empresas visadas. Os sindicatos ligados à Rengo negociam com empresas com pelo menos 100 funcionários, enquanto quase todas as empresas pesquisadas pelo Shinkin têm menos de 100 trabalhadores, muitas das quais não têm organizações trabalhistas.

Outro ponto é que quase 70% dos trabalhadores são empregados por pequenas empresas no Japão, que somam quase 5 milhões, em comparação com menos de 66.000 que empregam 100 ou mais pessoas.

Com base no levantamento feito pelo Shinkin, uma grande parte dos trabalhadores no Japão não terá um grande aumento salarial ou não terá qualquer aumento.

O fato é que a realidade dificulta o caminho do banco central japonês, que busca um ciclo econômico virtuoso, no qual os aumentos salariais alimentam os gastos e o crescimento dos preços liderado pela demanda.

A tendência de aumentos salariais é importante nas decisões a serem tomadas pelo BC do Japão.

O chefe do órgão, Kazuo Ueda, comentou no Parlamento na quarta-feira (26), que as tendências de salários e preços parecem estar no caminho certo com base nas últimas negociações salariais e outras audiências, embora a inflação ao consumidor não tenha atingido a meta do banco, que é de 2%. O consumo foi pouco positivo no quarto trimestre de 2024.

Nas contas das empresas, a moeda japonesa sendo negociada a 150 ienes por dólar americano, é uma benção para grandes exportadores, mas é um fardo para as pequenas empresas, que dependem da importação de matérias-primas.

Em geral, trabalhadores de pequenas empresas não têm o benefício de um sindicato, ficando sem poder de barganha. Em termos comparativos, empresas onde o sindicato é atuante concederam aumento salarial médio de 4,5% em 2024, enquanto naquelas sem sindicato o aumento foi de 3,6%, segundo o Ministério do Trabalho.
Fonte: Alternativa 

quarta-feira, 12 de março de 2025

Nissan manterá 5 plantas do Japão, mas otimizará linhas de produção

As prefeituras onde a Nissan tem planta estão aliviadas pelo anúncio de não fechá-las, embora necessite reestruturar a empresa

Nissan
A Nissan Motor, que atualmente está passando por uma reestruturação empresarial, decidiu manter as 5 plantas domésticas (Japão), incluindo a de Tochigi.

Como o fechamento de uma planta teria um grande impacto econômico, especialmente na questão do emprego, a montadora planeja otimizar as linhas de produção para a redução de custos.

As 5 plantas da Nissan ficam em Hiratsuka e Yokosuka (Kanagawa), em Kaminokawa (Tochigi), Kanda (Fukuoka) e mais uma em Kyushu.

O desempenho da Nissan piorou porque as vendas nos Estados Unidos e na China estão fracas. Em novembro do ano passado, a montadora anunciou medidas de racionalização, incluindo o corte de 9 mil empregados em todo o mundo e a redução da capacidade de produção em 20%.

No mês passado, a montadora anunciou planos para fechar 3 fábricas, incluindo uma na Tailândia, mas não divulgou detalhes sobre os outros dois locais.

As medidas específicas de racionalização serão discutidas juntamente com a nova estrutura de gestão e deverão ser anunciadas em breve.

“Como cidade, somos gratos pelo apoio que recebemos da fábrica por tanto tempo, e estamos aliviados que ela permanecerá. Pretendemos continuar a fornecer nossa cooperação total no futuro”, disse o prefeito de Kaminokawa para a Tochigi TV.
Fonte: Portal Mie com Tochigi TV 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Central sindical inicia campanha visando aumento salarial dos trabalhadores

A organização conclamou os sindicatos a lutar por aumentos de 5% ou mais, e de pelo menos 6% para empregados em pequenas e médias empresas

aumento salarial
A Confederação Sindical do Japão, conhecida como Rengo, convocou na quinta-feira (6) os sindicatos a exigirem aumentos salariais de 5% ou mais nas negociações entre trabalhadores e empregadores na primavera.

A organização sindical declarou o início da ofensiva em um comício realizado no distrito Chiyoda, em Tóquio, onde pediu que cada sindicato lute pelo aumento salarial, incluindo um “aumento base” combinado e um “aumento salarial regular”.

A Rengo também solicitou que os sindicatos de trabalhadores de pequenas e médias empresas exigissem um aumento salarial ainda maior, de pelo menos 6%.

Cerca de 1.100 pessoas compareceram ao comício, e a presidente da Rengo, Tomoko Yoshino, apelou: “O senso comum retrógrado que permeou a sociedade até agora, de que os salários nunca aumentarão, realmente vai mudar. Estamos à beira dessa mudança.”
Fonte: Alternativa 

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Número de falências por falta de trabalhadores mantém nível recorde no Japão

O sentimento de escassez de mão de obra nas empresas permanece elevado

escassez de mão de obra
O impacto da escassez de mão de obra nas empresas está se tornando cada vez mais grave. O número de falências atribuídas à falta de trabalhadores, devido à dificuldade de contratação, aumento nos custos trabalhistas e saídas de funcionários, chegou a 163 casos no primeiro semestre do ano fiscal de 2024 (de abril a setembro). Isso supera em ritmo recorde o número do ano fiscal de 2023, que já havia registrado o maior número da história, segundo o Teikoku Databank.

Embora as estatísticas mostrem que o número de trabalhadores empregados está aumentando e a taxa de ofertas de emprego eficazes tenha se estabilizado, indicando uma aparente melhora, aumentos salariais e a maior mobilidade no mercado de trabalho estão contribuindo para o aumento das falências por falta de mão de obra.

Segundo pesquisas mensais realizadas pelo Teikoku Databank, o sentimento de escassez de mão de obra nas empresas permanece elevado, e espera-se que as falências por falta de trabalhadores continuem em níveis altos, principalmente entre pequenas empresas com condições de trabalho mais rígidas.

O número de falências relacionadas à falta de mão de obra entre abril e setembro atingiu 163 casos, marcando um recorde pelo segundo ano consecutivo. No ano fiscal de 2023, esse número foi de 313, um aumento significativo de 2,1 vezes em relação ao ano anterior.

A escassez de mão de obra, que se tornou um problema mais grave desde a pandemia de Covid-19, continua a causar graves danos às operações das empresas.

Entre os setores, a construção registrou 55 falências (51 no mesmo período do ano anterior) e o setor de logística teve 19 casos, mantendo um nível elevado e representando 45,4% do total. Além disso, o setor de restaurantes registrou um aumento acentuado, com 9 casos (2 no ano anterior). A maior parte das falências ocorreu entre pequenas empresas com menos de 10 funcionários.

A falta de mão de obra está especialmente acentuada nos áreas de construção e logística. Aproximadamente 70% das empresas nesses setores relataram sentir escassez de trabalhadores, um número significativamente maior do que a média geral de 51,5%.

Embora o sentimento de escassez de mão de obra tenha diminuído temporariamente no início da pandemia de Covid-19, ele voltou a crescer com a recuperação econômica.

Além disso, as restrições ao limite de horas extras que entraram em vigor em abril deste ano nos setores de transporte e construção agravaram o problema, resultando em um aumento nos casos de falência.
Fonte: Alternativa 

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

Toyota anuncia redução na produção de VEs em 2026

Segundo a montadora, a produção global de VEs será reduzida em 2026 e explicou o motivo

Lexus
No sábado (7), a Toyota Motor informou que reduzirá a produção global dos veículos elétricos (VEs) para cerca de 1 milhão de unidades em 2026. 

Esta é uma redução de 30% em relação ao 1,5 milhão de unidades anunciadas como plano de vendas globais de VEs para o mesmo ano. 

Devido ao abrandamento do mercado de VEs, outras principais montadoras estão adiando a mudança para esse tipo, especialmente na Europa e nos Estados Unidos.

À luz dessa situação, a Toyota planeja atingir o seu objetivo de vender 1,5 milhões de VEs, incluindo os híbridos plug-in (PHEV), onde se espera que a procura cresça.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e NHK

segunda-feira, 29 de julho de 2024

Mitsubishi pode integrar parceria entre Honda e Nissan para veículos elétricos

As montadoras Honda e Nissan planejam compartilhar software e peças-chave para EVs

Mitsubishi
A Mitsubishi Motors Corp. está negociando para integrar a parceria da Honda Motor Co. e da Nissan Motor Co., para alcançar as rivais no desenvolvimento de veículos elétricos (EVs). A Honda e a Nissan planejam cooperar nessa área, noticiou a Jiji Press no domingo (28).

As três montadoras japonesas estão considerando se unir para padronizar softwares de veículos e para outras operações conjuntas, disseram as fontes, publicou a Kyodo News.

Diante do fato de que a Toyota Motor Corp. está buscando parcerias com outros pares locais no desenvolvimento de tecnologia EVs, a aliança Honda-Nissan-Mitsubishi criará dois grandes grupos na indústria automobilística japonesa.

A Honda e a Nissan divulgaram em março que considerariam a cooperação no segmento de EV. A Mitsubishi faz parte da aliança tripla com a Renault SA e a Nissan, que detém uma participação de 34,01% na Mitsubishi Motors.

A Toyota tem parceria com a Suzuki Motor Corp., Mazda Motor Corp. e Subaru Corp. para o desenvolvimento de tecnologia de EVs.

A indústria automobilística mundial está produzindo veículos mais conectados, autônomos, compartilhados e elétricos, o que é difícil para uma montadora cobrir todas as tecnologias sozinha.

As montadoras Honda e Nissan planejam compartilhar software e peças-chave para EVs.

O mercado espera que ambas as companhias anunciem a parceria ainda neste verão.

A Mitsubishi poderá se juntar ao plano das duas empresas, de acordo com fontes com conhecimento do assunto.

O interesse da Mitsubishi seria o de alavancar seus pontos fortes em veículos híbridos plug-in e picapes, disseram as fontes.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 26 de março de 2024

Apenas 57% das pequenas transportadoras darão aumento aos seus motoristas de caminhão

O dado foi levantado pela Câmara de Comércio do Japão e contrasta com a realidade de outras empresas

pequenas transportadoras
Enquanto as empresas se preparam para conceder aumentos salariais aos seus funcionários, os maiores em décadas, os trabalhadores do setor de transportes de mercadorias vivem uma situação diferente, publicou a Reuters.

Empresas pequenas de transporte de mercadorias, como a que é dirigida por Ikuko Sakata, sofrem para pagar as contas.

Com sede em Tóquio, a transportadora paga aos cerca de 80 funcionários um salário-mínimo, estimando o salário base em cerca de 280 mil ienes por mês antes das horas extras.

Sakata resume: “Isso é o melhor que podemos fazer.

A situação da empresa de Sakata contrasta com as grandes, como Toyota Motor e Nippon Steel, que garantirão bons aumentos aos seus trabalhadores. 

Os trabalhadores das principais empresas pediram aumentos anuais de 5,85%, ultrapassando a marca dos 5% pela primeira vez em 30 anos, de acordo com o maior agrupamento sindical do Japão, Rengo.

O governo japonês espera que os aumentos salariais sejam concedidos também por pequenas e médias empresas, que representam 99,7% de todas as empresas no país, e cerca de 70% da força de trabalho. 

As negociações salariais para a maior parte das pequenas e médias empresas deverão ser concluídas até ao final de março.

Uma pesquisa da Câmara de Comércio do Japão revelou que entre as pequenas empresas de transportes apenas 57% deverão conceder algum aumento salarial a partir de abril. 

Entre 57%, menos de um terço planeja dar aumento de 3% ou mais. 

O governo tomou medidas para reprimir a subcontratação no setor e lançou políticas para aumentar a taxa de frete padrão e garantir que os trabalhadores sejam compensados por tarefas não relacionadas com a condução, numa tentativa de aumentar os salários da indústria em cerca de 10%.

Porém, como em abril deverá entrar em vigor a lei que limita as horas extras para o setor, pode iniciar uma crise no setor, já que os motoristas que dependem justamente destas horas extras para ganhar um pouco mais do que lhes é pago de salário. 

O diretor de outra empresa pequena, Tetsuyasu Kondo, na província de Akita, disse que precisa repassar os custos crescentes aos clientes para poder pagar salários mais altos aos funcionários. 

Mas pedir para que empresas menores, como a Sakata, paguem mais de salários é o mesmo que lhes propor a perda do negócio. 

Sakata acrescentou: “Tentamos negociar aumentos de preços, mas eles nunca são cumpridos integralmente. Na melhor das hipóteses, é de 50% e, na maioria das vezes, de 20% a 30%.”
Fonte: Alternativa

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Taxa de desemprego no Japão em dezembro cai para 2,4%, mostra governo

Os setores que mais vagas ofereceram são de hospedagem e serviços

Taxa de desemprego no Japão
Dados do governo mostram que a taxa de desemprego no país caiu para 2,4% em dezembro em relação aos 2,5% do mês anterior, publicou a Kyodo News. 

Nas estatísticas do governo, o índice de disponibilidade de emprego caiu 0,01 ponto, em relação a novembro, para 1,27 em dezembro.

Isso indica que havia 127 empregos disponíveis para cada 100 candidatos, de acordo com dados separados.

A proporção média efetiva de vagas de emprego por candidatos no ano passado foi de 1,31 vez, aumentando pelo segundo ano consecutivo, segundo a TBS News. 

A mudança de categoria da COVID-19 para a mesma da gripe sazonal favoreceu o aumento do número de vagas de emprego, principalmente na “indústria de hospedagem e serviços”.

Os setores de hospedagem e serviços empregaram cerca de 170.000 pessoas, para o total de 3,98 milhões, e a indústria manufatureira contratou 110.000 pessoas, totalizando no setor 10,55 milhões.

Porém, as vagas no setor de construção civil caíram 5,8% e na indústria de transformação reduziram 8,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os motivos citados estão o aumento dos custos de matérias-primas. 

Segundo o Ministério da Administração Interna e Comunicações, o número de pessoas empregadas em dezembro do ano passado era de 67,54 milhões, um aumento de 380 mil em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto o número de desempregados foi de 1,56 milhões, uma queda de 20 mil, noticiou a NHK. 
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Empresas estão reiniciando operações em áreas afetadas pelo terremoto

O forte Terremoto da Península de Noto do Ano Reiwa 6 prejudicou redes de fornecimento para autopeças e componentes eletrônicos

Japan Display
O forte terremoto que abalou a província de Ishikawa, central do Japão, no dia de Ano Novo prejudicou redes de fornecimento para autopeças e componentes eletrônicos, dificultando a avaliação do impacto total na economia.

Entretanto, algumas fábricas na região estão reiniciando a produção.

A fabricante de semicondutores de potência, a Kaga Toshiba Electronics, em Ishikawa, retomou a produção na terça-feira (9). A empresa de equipamentos de fabricação de chips Kokusai Electric também reiniciou o tabalho em sua fábrica na província de Toyama, após reparar danos nas instalações.

A Japan Display, fabricante de monitores para carros, diz que está quase concluindo reparos em sua fábrica em Ishikawa e planeja retomar a produção gradualmente.

Enquanto isso, continua incerto quando a produção será retomada em 5 fábricas na província de Ishikawa e Toyama pela subsidiária da grande fabricante de componentes eletrônicos Murata Manufacturing.

O mesmo acontece com a retomada de operações na fábrica da Sharp Display Technology em Ishikawa.

Ambas as empresas estão tentando inspecionar suas instalações e equipamentos urgentemente e confirmar a extensão dos danos.
Fonte: Portal Mie com NHK

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Salário médio do Japão em julho fica em ¥272 mil; horas extras têm leve aumento

Os pagamentos reais ajustados pela inflação, que são um indicador do poder de compra dos consumidores, caíram 2,5%

salário médio do Japão
O salário real no Japão caiu pelo 16º mês consecutivo em julho, de acordo com dados do governo divulgados nesta sexta-feira (8), uma vez que os pagamentos não acompanharam o aumento dos preços.

A média salarial ficou em ¥272.120. As horas extras tiveram um pequeno aumento de 0,5%, para ¥19.054.

Os mercados financeiros globais monitoram de perto as tendências salariais na terceira maior economia do mundo, pois o Banco do Japão considera os aumentos salariais sustentáveis essenciais para decidir como retirar seu estímulo monetário ultra frouxo.

Os salários reais ajustados pela inflação, que são um indicador do poder de compra dos consumidores, caíram 2,5% em julho em relação ao ano anterior, após uma queda de 1,6% em junho. O índice de preços ao consumidor usado para calcular os salários reais permaneceu estável em 3,9%.

Os trabalhadores das principais empresas japonesas viram um aumento de quase 4% nos salários este ano, de acordo com uma pesquisa da Keidanren, a federação empresarial japonesa.

O primeiro-ministro Fumio Kishida intensificou os esforços para incentivar as empresas a aumentar os salários e disse que o governo se apressaria para elaborar novas medidas de estímulo para amortecer o impacto econômico da inflação crescente.

Dados separados mostraram que os gastos das famílias japonesas em julho tiveram a maior queda em quase dois anos e meio, caindo 5,0% em relação ao ano anterior.

O número de trabalhadores em julho aumentou 1,9% em relação ao ano anterior, com acréscimo de 1,2% entre os funcionários em geral e 3,2% entre os funcionários em tempo parcial.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Falências de pequenas e médias empresas aumentam mais de 50% no Japão

Isso se deve, em grande parte, ao vencimento de empréstimos tomados durante a crise da Covid-19

falências de empresas
Pequenas e médias empresas estão enfrentando falências em um ritmo acelerado após a pandemia, com um aumento significativo nos casos em comparação ao pico da Covid-19, informou o jornal Asahi na segunda-feira (21).

Qual é o motivo?
Isso se deve, em grande parte, ao vencimento de empréstimos tomados durante a crise, que eram praticamente sem juros e não exigiam garantia. Em maio, houve um aumento anual de 34,3% (704 casos) nas falências e, em julho, um aumento de 53,7% (758 casos) em relação ao ano anterior, segundo a Tokyo Shoko Research Ltd.

Esses empréstimos, apesar de terem ajudado as empresas a manterem o fluxo de caixa durante os tempos difíceis, agora representam um peso para muitas delas, que enfrentam desafios para quitar as dívidas.

As autoridades cobriram os juros dos empréstimos por três anos, mas, se os empréstimos não forem pagos, o ônus recai sobre os contribuintes. Havia preocupações de que os empréstimos apenas "prolongassem a vida" de empresas que, de fato, não possuíam capacidade de gerar lucros.

Setores mais afetados
O setor de serviços, especialmente a indústria de restaurantes, foi o mais afetado, com um aumento substancial nos casos de falência.

Enquanto alguns setores, como o hoteleiro, estão se recuperando com o aumento do turismo interno após a reclassificação da Covid-19, a indústria de restaurantes continua em declínio, enfrentando desafios como o fim de subsídios e o aumento dos custos operacionais.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Produção industrial do Japão aumenta, sinalizando recuperação modesta

A produção industrial do Japão subiu 2% em junho ante o mês anterior, liderada por fabricação vigorosa de novos automóveis em meio à forte demanda no país e no exterior

produção industrial do Japão
A produção industrial do Japão se recuperou em junho, fixando um ganho o qual sugere uma recuperação modesta no segundo trimestre.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Indústria na segunda-feira (31), a produção em fábricas aumentou 2% em comparação a maio, recuperando-se do mês anterior e liderada por aumentos na produção de carros e dispositivos eletrônicos.

Economistas haviam previsto um avanço de 2,4%.

Os dados apontam para uma recuperação em curso na terceira maior economia do mundo, auxiliada pelo restabelecimento das redes de fornecimento, apesar de sinais de desaceleração no exterior.

“A recente aceleração na produção de automóveis é um fator positivo”, disse Chisato Oshiba, economista no Dai Ichi Life Research Institute. “Exportações de carros também estão se recuperando, então espero que a tendência de recuperação global continue, embora não seja necessariamente o caso para outros maquinários”.

Um retorno de turistas do exterior vem aumentando o consumo no Japão comparado com o ano anterior, parcialmente porque o iene mais fraco aumenta seus poderes de gastos.

Em junho, o número de visitantes estrangeiros voltou para mais de 70% dos níveis pré-pandemia, chegando a mais de 2 milhões, de acordo com o Organização Nacional de Turismo do Japão.

Contudo, consumidores no país enfrentam circunstâncias mistas em função de que a inflação continua a superar o aumento em seus salários.

Fatores no exterior, como o impacto de continuada restritividade política monetária e mais desacelerações na economia chinesa poderiam afetar o Japão também.

Analistas esperam que a economia do Japão registre outros 3 meses de crescimento no segundo trimestre, embora a um ritmo mais lento do que no primeiro.
Fonte: Portal Mie com Japan Times