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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Toyota vai lançar seu próprio sistema operacional até 2025, diz jornal

A Arene vai competir com sistemas rivais como os da Volkswagen e da Daimler

Toyota
A Toyota está planejando lançar seu próprio sistema operacional, que será capaz de lidar com operações avançadas como direção autônoma, para seus veículos até 2025, publicou o jornal japonês Nikkei na segunda-feira (3).

A Arene, plataforma de software automotivo da Toyota, vai competir com sistemas rivais como os da Volkswagen e da Daimler. A Volkswagen trabalha em seu "VW.OS" e a Daimler planeja lançar um sistema operacional da Mercedes-Benz em seus carros até 2024.

A Toyota planeja instalar seu próprio sistema em seus veículos até 2025 e a montadora tem planos de torná-lo disponível para marcas afiliadas como Subaru no futuro, publicou o Nikkei.

A montadora japonesa está avaliando um modelo de licenciamento para tornar a Arene disponível para outras montadoras de veículos e companhias que trabalham com carros elétricos e autônomos, segundo o Nikkei.
Fonte: Alternativa com Reuters

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Honda encerrará produção de três modelos de veículos

Os veículos que terão a produção encerrada são montados na planta de Sayama, em Saitama, que fechará em 2022

Honda
A Honda encerrará a produção do Clarity, veículo movido a célula de combustível neste ano, disse a montadora na terça-feira (15), como parte de uma ação mais ampla para reduzir o número de modelos insatisfatórios.

A montadora japonesa também decidiu encerrar a produção do Legend, seu sedan de alta gama movido a gasolina, assim como do Odyssey.

Ao realinhar operações de fabricação global, a companhia japonesa focará em elétricos para avançar em sua meta de vender somente veículos de emissão zero até o ano 2040.

O Clarity, Legend e Odyssey são montados na planta de Sayama (Saitama), a qual deve fechar no ano fiscal que termina em março de 2022. A Honda decidiu não transferir a produção para outros lugares.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Tesla ultrapassa Toyota e se torna a montadora mais valiosa do mundo

Contudo, a Tesla vendeu cerca de 367.500 veículos no ano passado, uma fração dos 10,74 milhões da Toyota
Tesla

O mercado de capitalização da Tesla chegou a $210 bilhões na quarta-feira (1º), levando a especializada em carros elétricos a ultrapassar a Toyota para se tornar a montadora mais valiosa do mundo.

Crescente interesse em investimento ambientalmente consciente ajudou o valor da Tesla a aumentar cerca de cinco vezes ao longo do último ano. Suas ações alcançaram um máximo histórico de $1,135.33 na quarta-feira.

Investidores debandaram para a companhia como pioneira na mudança da indústria de automóveis para veículos conectados, autônomos e elétricos.

A ultrapassagem da Tesla sobre  a Toyota destaca a dinâmica de mudança no setor. Além de ser uma marca principal no mercado de veículos elétricos, a companhia é conhecida por painéis solares e baterias recarregáveis.

A Tesla estabeleceu redes de produção local em ambos seus principais mercados – os EUA e a China – com a abertura de uma fábrica em Xangai no ano passado e planeja iniciar as operações em uma planta na cidade de Berlim em 2021. Ela visa aumentar sua capacidade de produção anual para 1 milhão de veículos no ano que vem, alta de 40% dos níveis atuais.

Contudo, a Tesla vendeu cerca de 367.500 veículos no ano passado, uma fração dos 10,74 milhões da Toyota.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Nissan e Mitsubishi unem forças para desenvolver miniveículo elétrico

Ambas as empresas incorporarão as últimas tecnologias de redução de custos com uso de materiais ultraleves

Leaf-eletricoA Nissan Motor e a Mitsubishi Motors criaram uma empresa conjunta para desenvolver um modelo de miniveículo elétrico de baixo custo que preveem lançar no mercado em 2016, informou nesta segunda-feira o jornal japonês “Nikkei”.

Os fabricantes japoneses constituíram uma filial compartilhada com uma participação de 50% cada parte com o objetivo de coproduzir um novo modelo, que contará com bateria de íon-lítio, segundo disseram fontes das empresas ao “Nikkei”.

A Nissan é atualmente o maior produtor mundial de carros elétricos graças a seu modelo Leaf, do qual vendeu cerca de 124 mil unidades em nível mundial desde seu lançamento em 2010.

A Mitsubishi, por sua vez, lançou em 2009 no Japão o miniveículo elétrico de passageiros i-MiEV, o mais econômico deste tipo no mercado japonês com um preço estimado de 2,5 milhões de ienes (cerca de 18 mil euros).

Ambas as empresas incorporarão as últimas tecnologias de redução de custos, como o uso de materiais ultraleves, com o objetivo de lançar o novo modelo ao preço mais baixo possível e capaz de competir com carros compactos de gasolina.

O veículo terá uma autonomia de 200 quilômetros com cada recarga de bateria, cujo custo estimado é de 300 ienes (2,19 euros), o que faria o modelo mais atrativo perante os preços crescentes do combustível.

Os miniveículos ou carros com um motor inferior a 660 centímetros cúbicos gozam de grande popularidade no Japão graças a seus baixos custos de manutenção, seu gasto de combustível mais eficiente e seu tamanho reduzido.
Fonte: IPC Digital com EFE

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Já é possível converter carros comuns para elétricos

Empresas transformam veículos movido a gasolina em modelos ecológicos
O mercado de carros elétricos ainda não oferece grande variedade de modelos. Teoricamente, porém, já é possível equipar qualquer veículo convencional com motores elétricos. Existem diversas empresas e grupos no Japão que oferecem o serviço para converter os carros movidos a gasolina para elétricos, com o intuito de promover o uso dessa tecnologia e reduzir a emissão de gases poluentes.
A empresa de consultoria Hyakkado entrou nesse ramo em julho deste ano, lançando o projeto EV Factory&Market100Zero. O serviço da empresa, que transforma os carros a gasolina em modelos elétricos, custa a partir de ¥ 1,3 milhão.
A reforma é simples. Basicamente, basta retirar o motor e o tanque do combustível do carro movido a gasolina e colocar o motor elétrico e a bateria no lugar deles. Para conter os custos, os veículos convertidos são equipados com bateria de chumbo-ácido, e não com a de lítio, utilizada nos últimos modelos de carros elétricos.
A autonomia é de 45 km e a velocidade máxima, de 70 km/h. Por essas limitações, a reforma é recomendada para miniveículos (keijidoosha, de até 660 cc), utilizados para fazer percursos curtos.
Os carros convertidos podem ser conectados na tomada doméstica. Caso recarregue a bateria durante a noite, o custo de abastecimento será de ¥ 1 por quilômetro, segundo a empresa.
O plano inicial da Hyakkado é converter 15 unidades mensalmente e depois elevar essa capacidade para 100 no verão do ano que vem.
O JP (Japan Post), empresa de serviços postais do país, utiliza cerca de 50 veículos elétricos em caráter experimental. Entre esses modelos, há três vans convertidas para elétricas pela fabricante Zero Sports, de Kakamigahara (Gifu), que são usadas para coleta e distribuição de correspondênias e encomendas.
Para o ano que vem, o JP planeja adquirir mais 1.030 unidades desse modelo. O número representa um terço do total de carros para serviço de coleta e entrega que a empresa
renovará em 2011.
Os veículos convertidos pela Zero Sports são baseados num modelo leve da Subaru e trazem motor elétrico e bateria de lítio no lugar do motor a gasolina e tanque de combustível. Além disso, possuem painel solar instalado no teto. A bateria pode ser recarregada 160 km. O preço do carro não foi revelado pela fabricante.
A montadora Tajima Sports, de Iwata (Shizuoka), é outra empresa que vem apostando na tecnologia para converter carros convencionais para elétricos. Com o kit desenvolvido pela
empresa, um Alto, da Suzuki, por exemplo, pode ser transformado em um veículo elétrico equipado com bateria de lítio que apresenta autonomia de 150 km.
Os clientes que quiserem baixar o custo, podem optar pela bateria de chumbo-ácido. Nesse caso, o carro terá autonomia de 25 km.
Os veículos convertidos para elétricos podem ser utilizados legalmente nas estradas desde que atendam o padrão de segurança exigido para os carros convencionais. Mas ainda não existem normas que regulamentem a produção desse tipo de veículo. O Ministério do Território, Infraestrutura, Transportes e Turismo estuda criá-las para prevenir acidentes.
Fonte: IPC Digital