quinta-feira, 26 de julho de 2018
Toyota se empenha para manter níveis de produção no Japão
O planejado fechamento de uma fábrica da Toyota Motors no Japão enfatiza sua situação difícil, enquanto a montadora se esforça para manter a produção doméstica a 3 milhões de veículos por ano em meio a ventos contrários como as ameaçadoras tarifas dos EUA sobre automóveis importados e a pressão para investir pesadamente em desenvolvimento.
A fabricante de veículos japonesa disse em 20 de julho que até 2020 fechará uma planta subsidiária, que produz carros de passageiros, na província de Shizuoka, para consolidar grande parte das operações da fábrica nas instalações de uma unidade existente da empresa no nordeste do Japão.
Como parte de esforços mais amplos para aumentar a eficiência, o grupo Toyota vai mover de Aichi a produção do compacto Vitz para o nordeste do Japão neste outono.
E, pela primeira vez desde sua fundação em 1937, a Toyota vai transferir as operações de uma filial inteira a um grupo fornecedor, ao passar uma fábrica em Aichi que produz componentes eletrônicos para a Denso no final de 2019.
A Toyota considera a produção doméstica de 3 milhões de automóveis o mínimo necessário para manter os níveis de emprego e o centro de pesquisa e desenvolvimento no Japão.
A montadora manteve o nível de produção por 4 décadas
Por cerca de quatro décadas, com início nos anos 1980, a montadora manteve o nível de produção, sendo que as únicas exceções foram durante a crise financeira em 2008 e o terremoto e tsunami em 2011.
Entretanto, a linha de base é vulnerável, a menos que a empresa melhore a eficiência, visto que o desenvolvimento tecnológico em direção autônoma, veículos elétricos e serviços de compartilhamento exige níveis de gastos ainda maiores.
Recentemente, a Toyota criou um negócio em Tóquio dedicado ao desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma, com três empresas do grupo podendo injetar 300 bilhões de ienes ($2,69 bilhões) no empreendimento. Ainda, a Toyota investirá 1,5 trilhão de ienes até 2030 em um negócio de baterias de carro com a Panasonic.
As tarifas adicionais dos EUA sobre veículos importados, propostas pelo presidente Donald Trump, são outra ameaça para a produção da Toyota no Japão porque as taxas tornariam os carros japoneses não competitivos no mercado americano.
A Toyota exporta cerca de 700 mil automóveis por ano do Japão para os EUA.
Fonte: Portal Mie com Nikkei
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Toyota avisa fábricas de autopeças que aumentará produção no Japão em 2016
Empresa divulgou balanço positivo e anunciou lançamento de novos híbridos
Na terça-feira, a produtora japonesa de automóveis Toyota anunciou o balanço referente aos meses de abril a junho deste ano e indicou um lucro 756 bilhões no período, o que é 9,1% a mais do que o mesmo período do ano passado.
No mesmo pronunciamento, a empresa comunicou também que irá aumentar a produção nacional a partir de março de 2016, após quatro anos de estabilidade, conforme foi informado pelo jornal Asahi nesta quarta-feira.
A fabricante japonesa pretende produzir 70 mil veículos a mais do que neste ano, totalizando mais de 3,2 milhões de máquinas na produção anual dentro do país.
Além disso, os novos modelos do automóvel híbrido Toyota Prius, fabricados no Japão, entrarão no mercado a partir de novembro deste ano, poucos meses antes do início oficial das metas de maior produção da empresa.
Fonte: Alternativa
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Produção de carros do Japão tem novo aumento
Este é o terceiro mês consecutivo no Japão que a produção de automóveis registra um crescimento na comparação anual
A produção de automóveis do Japão cresceu em novembro, na comparação anual, pelo terceiro mês consecutivo. Segundo divulgou a imprensa japonesa, o aumento foi principalmente causado pelas fortes vendas de carros com consumo eficiente de combustível.
Oito grandes montadoras disseram que produziram mais de 800.000 unidades no mês passado, o que representa um aumento de 10% em relação ao ano anterior.
Segundo o site da NHK, o aumento das vendas de novos modelos de carros eficientes, como os híbridos, e também de miniveículos está elevando a produção. O aumento das exportações para os Estados Unidos e para a China foi outro fator que contribuiu para o incremento da produção.
Sete das oito fabricantes registraram aumentos na comparação anual. A Honda teve alta de 34%, graças às fortes vendas de pequenos carros eficientes. A produção da Toyota teve alta de 3%.
As fabricantes esperam um aumento da demanda antes da elevação do imposto sobre o consumo em abril. No entanto, estão preocupadas com uma queda no período posterior ao aumento.
Fonte: Alternativa
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Toyota planeja fabricar mais de 10 milhões de veículos em 2013
Montadora quer registrar recorde na sua produção neste ano.
A companhia japonesa Toyota Motor planeja produzir aproximadamente 10,1 milhões de veículos no mundo todo durante 2013, supostamente o maior número já registrado em um único ano, informou nesta quarta-feira o jornal local "Nikkei".
A empresa quer manter as suas rápidas vendas dos modelos híbridos e aumentar as suas exportações aproveitando o iene mais fraco. A Toyota se tornaria a primeira montadora a produzir mais de 10 milhões de unidades em um ano.
Os planos de produção global do grupo Toyota, que inclui a Daihatsu e a Hino, serão divulgados oficialmente nesta sexta-feira, quando seus resultados financeiros entre abril e junho - o primeiro trimestre do ano fiscal no Japão - serão anunciados.
Segundo o jornal econômico japonês, a Toyota espera fabricar 8,9 milhões de veículos da marca matriz, dos quais 3,3 milhões serão manufaturados no Japão, 200 mil a mais que o registrado no último ano.
No entanto, a produção local, de 3,1 milhões, é menor que os 3,49 milhões de 2012, um fato que está diretamente ligado ao fim dos subsídios do governo para compra de carros ecológicos.
Anteriormente, a empresa japonesa assinalou que a alta nas vendas foi embalada pelos modelos híbridos e de luxo, como o Crown, e que a desvalorização do iene aumentou as exportações ao Oriente Médio e a outros mercados.
Em agosto passado, a Toyota anunciou planos para produzir 10,05 milhões de veículos em 2012. Mas as tensões entre Japão e China por causa das ilhas Senkaku prejudicaram as vendas chinesas e a Toyota acabou produzindo 9,9 milhões de automóveis no ano passado. As vendas na China tem demonstrado boa recuperação nos últimos tempos.
A fabricante, emblema da indústria do Japão, recuperou em 2012 a liderança mundial do setor após tê-la perdido um ano antes em consequência do devastador tsunami que afetou o nordeste do país, das inundações na Tailândia, onde conta com importantes fábricas, e a valorização do iene.
Fonte: IPC Digital
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Produção industrial cresce pelo quinto mês consecutivo no Japão
Indicador mede o ritmo das fábricas japonesas
A produção industrial no Japão cresceu em abril de 1,7% em relação ao mês anterior, o que representa o quinto mês consecutivo de aumento deste indicador, informou ontem o governo japones.
No entanto, o número é menor do que o previsto inicialmente pelo governo, e também significa uma queda de 2,3% em comparação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria, os principais setores que contribuíram com o aumento foram os de equipamentos de transporte, dispositivos e componentes eletrônicos e instrumentos de precisão.
Por bens manufaturados, automóveis, memória eletrônica e telas de cristal líquido (LCD) foram os que impulsionaram este avanço. O governo agora prevê que a produção industrial se mantenha estável em maio e em junho em 1,4% intermensal, principalmente porque prognostica uma desaceleração nas indústrias de equipamentos de transporte, metalurgia e nas papeleiras.
A produção industrial, que mede o ritmo das fábricas japonesas, é considerada essencial para prever o progresso da economia no país, altamente dependente do setor manufatureiro.
Fonte: IPC Digital com Efe
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Nissan decide não transferir parte de sua produção do Japão para os EUA
Iene fraco favorece a companhia japonesa
A Nissan decidiu adiar seus planos de transferir a produção de dois modelos do Japão para os Estados Unidos devido à desvalorização do iene que melhora a rentabilidade das exportações, noticiou o diário Nikkei.
A fabricante japonesa havia decidido mudar a produção do Rogue e do Murano da província de Fukuoka para duas fábricas americanas diante do fortalecimento da moeda japonesa em relação ao dólar, tendência que foi revertida quando o primeiro-ministro Shinzo Abe assumiu o poder em dezembro de 2012.
O plano era transferir a fabricação de cerca de 200.000 unidades de ambos os modelos neste outono, o que acarretaria na redução de 20% da produção doméstica da Nissan no ano fiscal 2013. No entanto, a empresa japonesa não descarta a possibilidade de transferir parte de sua produção para o exterior. Caso ocorra a mudança, a produção da Nissan no Japão pode cair para menos de um milhão de unidades ao ano.
Enquanto isso, a Mazda planeja fabricar no Japão mais de 900 mil veículos no atual ano fiscal (em torno de 5% de crescimento interanual), enquanto a Toyota anunciou que produzirá no país 10% a mais no período abril-setembro que o planejado inicialmente.
Fonte: IPC Digital
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Produção de aço no Japão em novembro é a menor em 10 anos
A produção de novembro somou 8,7 milhões de toneladas, menor volume desde novembro de 2001, quando o Japão havia produzido 8,1 milhões de toneladas
A produção de novembro somou 8,7 milhões de toneladas, menor volume desde novembro de 2001, quando o Japão havia produzido 8,1 milhões de toneladas, informou a Federação de Ferro e Aço do Japão.
Siderúrgicas que usam fornos elétricos, que derretem sucata, aumentaram produção em novembro em meio a contínua recuperação no setor de construção civil após o terremoto e tsunami que atingiram o país em março. Mas as principais siderúrgicas do Japão reduziram produção em reação à queda nas exportações.
"Foi em novembro quando os clientes começaram realmente a cortar novos contratos de volumes por causa das enchentes na Tailândia", disse um representante da entidade, acrescentando que o iene forte também estava afetando exportações para a Ásia.
O saldo de novembro foi a terceira queda consecutiva na produção na comparação anual, após o recuo de 0,3 por cento em outubro e baixa de 3,8 por cento em setembro.
Na comparação com outubro, a produção caiu 8,3 por cento, mais rápido declínio mês a mês desde fevereiro de 2009. Em base diária, a produção recuou 5,2 por cento sobre outubro.
Nos 11 primeiros meses do ano, a produção de aço bruto do Japão acumula 99,2 milhões de toneladas, baixa de 1,2 por cento sobre o mesmo período de 2010.
Fonte: Exame com Reuters
sábado, 25 de junho de 2011
Produção de veículos deve se normalizar nos próximos meses
Enfim, uma boa notícia. As montadoras anunciaram que a produção de carros deve se normalizar nos próximos meses, mesmo com o racionamento de energia em boa parte do país. A Toyota disse que vai contratar de 3 a 4 mil trabalhadores a partir de julho. De acordo com Hello Work de Toyota (Aichi), essas vagas não estão disponíveis para os estrangeiros, mesmo assim, os trabalhadores brasileiros podem ser beneficiados.
Quem explica é Ricardo Koike, dono de uma empreiteira na região. “O histórico demonstra que a Toyota Jidousha diretamente não contratava estrangeiros, mas ao redor delas, as fábricas que prestam serviços para ela, sim. Então não só o setor automotivo, mas em geral, a economia vai se desenvolver”, analisa.
Esse aumento na produção seria para compensar o atraso provocado pela paralisação após o terremoto de 11 de março. Depois desse pico, o ritmo vai depender do que ocorrer também na economia mundial.
Quem também quer pegar carona nessa retomada e aumentar as vendas é o comércio. Joana Inoue tem uma lanchonete no conjunto residencial Homi Danchi, e espera o retorno da clientela. Ela afirma que depois do terremoto, as vendas caíram cerca de 40%. “Anima bastante. Todo mundo começa a trabalhar. Os brasileiros estão bastante tristes, sem trabalho, e sem dinheiro”, comenta.
Além da Toyota, outras cinco grandes empresas anunciaram que vão contratar mais trabalhadores nos próximos meses. A Honda pretende abrir mil novos postos de trabalho no mês que vem. A Nissan e a Isuzu vão contratar 200 pessoas até o final de julho.
Mais quatrocentas vagas serão abertas pela Fuji Heavy também até o final do próximo mês.
O mesmo prazo em que a Mitsubishi Fuso planeja contratar 100 trabalhadores. E em outubro, a Mitsubishi pretende abrir mais 500 vagas. Mesmo que, temporárias, essas contratações podem estimular o consumo, o que colabora para o crescimento de outros setores.
| | Previsão de contratação | Previsão de recuperação da produção |
| Toyota | 3.000 a 4.000 a partir de meados de julho | Em julho, deve voltar ao mesmo nível de antes de 11/3 |
| Honda | 1.000 a partir de julho | Quase normalizada no final de junho |
| Nissan | 200 até final de julho | Quase normalizada no início de junho |
| Mitsubishi | 500 a partir de outubro | Quase normalizada no final de junho |
| Fuji Heavy Industries | 400 a partir de setembro | Aumento a partir de outubro |
| Isuzu | 200 a partir de junho | Normalizada em junho |
| Mitsubishi Fuso | 100 até final de julho | Normalizada em junho |
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Produção de aço no Japão cresce 3%
A produção de aço bruto do Japão subiu 3% em outubro em relação a setembro, mas a alta do iene e a queda do consumo interno pode detero crescimento, informou a Federação de Ferro e Aço do Japão na sexta-feira (19).
A produção de aço bruto subiu para 9,51 milhões de toneladas em outubro, marcando segundo mês consecutivo de alta. Em relação a outubro de 2009, a produção cresceu 8%, sendo o 12º mês consecutivo alta no ano. "A produção de outubro foi relativamente sólida, mas a alta do iene e o fim dos subsídios governamentais para veículos ecologicamente corretos deve provocar um impacto negativo a partir de novembro", afirmou um representante da entidade.
A queda no preço do aço na China também é um sinal de preocupação já que o preço do produto feito no Japão também pode cair.
Fonte: IPC Digital
